E no sono, emaranhado de sonhos,
revi teu rosto,toquei tua pele,
senti teu gosto...
Já não eras o mesmo de antes
havia algo de estranho...
Não sei se as rugas, palavras do tempo,
não sei se o gosto adulterado dos beijos outros...
Ou era algo em mim que doía por dentro
ou era só um sonho... Morrendo.
Aline Romariz
Lindo poema,onde esse "não sei" se instala como uma incognita a ser desvendada.
ResponderExcluirEncantador!
Um grande abraço!