Batem as asas do adeus Rompendo o céu do acaso Faz-me compreender a ira Engole-me em minha gula E indo de longe me acena Em um sol de retorno Na lua de permanência No preâmbulo da carne No vil de uma jornada Triste e fria, revoada Ao sul com pares em formação No norte apenas a canção Batem as asas do adeus Rompendo o céu do acaso.
Arte e Poesia Maravilhosa! Parabéns!
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