Os diques do homem
já não impedem que se reguem
as tulipas.
Brancas esperanças
deslizam Gaivotas
que cruzam o Atlante.
Muito pouco, doce Princesa,
ainda afasta o azul do Mar.
Azul de Poema.
"Libertas" voltou a ser mais
que um eco das Minas.
E aos poucos redescubro
de que cores
os sonhos são feitos.
Para uma doce Princesa.
Maravilhoso, simplesmente lindo... poesia na veia.
ResponderExcluirCom essa redescoberta ficaram abertos os caminhos da esperança. Muito belo!
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