segunda-feira, 8 de novembro de 2010

ACALANTO DA MADRUGADA








O frio da madrugada

antes, doía-me em demasia.

Mantas, cobertores... nada,

nada desfazia o frio que sentia.


Hoje, o simples sussurrar de tua voz,

acalenta minh’alma em vigília.

E quando tua mão suave acaricia-me,

meu corpo se aquece, em ti se aninha.


És acalanto da madrugada,

trazendo contigo a calmaria,

velando-me feliz, adormecida.


Sandra Lamego

Um comentário:

O PORTAL DO POETA BRASILEIRO AGRADECE SEU COMENTÁRIO!