sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Atos de meus atos





Atos de meus atos
Indescritíveis fatos
Daquele longo fracasso
Sofrido passo a passo
Em uma época do passado

Atos demorados
Hoje não mais falado
Na consciência, lembrado
Sempre como um fadado, fado
De um caminho traçado

Atos passageiros
Foi-te empreiteiro
Por um longo caminho
Grosseiro
Por vários pontos certeiros
Fez-me crescer por inteiro

Atos do futuro
Tornarás maduro
Não andarei no escuro
Terei sempre um escudo
Lutarei ao longe com estudo
Absurdo

Atos de meus atos
Não serás em minha vida tão duro


Luiz Carlos Freitas
Calufrey
wwwcalufrey.blogspot.com

2 comentários:

  1. Belo escrito. Concordo plenamente com o poeta. Os nossos atos, brilham e refletem durante toda a nossa vida e até após a nossa vivência, na terra dos mortais...

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  2. Obrigado Antonio Cícero da Silva pelo comentário!
    Eu costumo dizer que atos nunca são desvendados por inteiro, mais metade dele pode muda as nossas vidas e também de outras pessoas!

    Luiz Carlos Freitas

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