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segunda-feira, 14 de março de 2011

PENSAMENTOS INCESSANTES









Sinto um vazio nessa imensidão lotada.

Lotada de vácuos e espaços sombrios.

Navego por entre ondas de murmúrios.

Lampejos de consciência e inconsciência...


Viajo por sinuosas e amplas estradas,

de cascalhos rústicos e barulhentos,

Vou e volto por caminhos estranhos,

Na busca insana da essência deste vazio.


Procuro trilhas com trilhos demarcados,

Respostas a perguntas diversificadas,

Que acalentem os sentimentos obscuros,

que ocupam e navegam por minh'alma.

Obrigada por ler o meu trabalho.
Abraços carinhosos.


Imagem do Google: http://karoll100nocao.zip...

Rosana Nobrega

domingo, 21 de novembro de 2010

CANÇÕES INFANTIS

CANÇÕES INFANTIS

As canções infantis,
quando bem compostas,
tocam nos coraçãozinhos
e nos sentimentos das crianças...
inclusive, tocam nas almas dos
adultos também.
As canções infantis ,
são compostas por letras
e notas, voltadas para
determinadas faixas etárias
de idades,
mas que na realidade,
servem para todas as pessoas,
já que cada um, possui o seu
próprio lado infantil.
Seja por acompanhementos
a criança ou mesmo por
curiosidade, o adulto também,
passa a se identificar,
com as canções infantis...

Antonio Cícero da Silva(Águia)

sábado, 20 de novembro de 2010

A POESIA É VIDA BRILHANTE

Foto por: Antonio Cícero da Silva(Águia)
LICEU DE ARTES E OFÍCIOS - Recife/PE/Brasil

A POESIA É VIDA BRILHANTE

A vida é gostosa poesia
É linda por natureza
Sem ela eu não existiria
Sou símbolo de beleza.

A poesia é linda vida
Com sussurros e gratidão
Não é nenhuma ilha
É do mundo o coração.

A poesia é vida
Ela fala e aparece
É pura maravilha
E jamais envelhece.

A poesia se renova
Em todos os tempos
É sempre mais formosa
Preenche ânimos e contentos.

Poesia é vida brilhante
Que transmite os sentimentos
Fala hoje e desde antes
É realmente ótimo alento.

Antonio Cícero da Silva(Águia) 


domingo, 31 de outubro de 2010

MINHA IDENTIDADE






MINHA IDENTIDADE

Jamais imaginei que eu pudesse
- Adormecidos já os sentimentos -
Alavancar-me do aniquilamento
Que o meu riso combate e enlouquece.

Porquanto meu semblante escurece
E me conduz ao entorpecimento
Das emoções, causando o linchamento
Dos sonhos, alheios às minhas messes.

As cicatrizes que em meu peito habitam
São olhos de ver que sempre me fitam,
Seguindo-me por onde quer que eu ande.

Serão a minha eterna identidade,
Meu passaporte - a marca da verdade
Como um raio de sol que em mim se expande!



(Milla Pereira)













sábado, 16 de outubro de 2010

A FLECHA ATIRADA!



A FLECHA ATIRADA!


É fogo que queima
Relâmpago e trovão
Insistente, teima
Em explodir (vulcão)!

Arde e machuca
Abrem-se as feridas
Prende, tal arapuca,
A cicatriz sentida.

É flecha que dispara
Tão doce escravidão.
Da alma que separa
Sentimentos... Sensação!

(Milla Pereira)