segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Chove ao amanhecer

Imprevisíveis os homens
Com fome de vencer
Sem medo de magoar
E pisa em qualquer um

Discordo de tudo feito alheio
Concordo com a ambição
Desde que não ande na contra mão
E assim vem a prosperidade

Uma torta olhada te derruba
Ai do seu corpo, alma, cabeça.
Vai mofando como pão
Ou até mesmo como um galho
Arrancado de uma arvore

Porque de tanto demagogo
Direitos são feito para todos
Mas eles querem mais
Querem tudo querem o topo

Vivemos dia a dia com isso
E temos sempre esta com sorriso
Mas tenho fé...
A maldade não tem idade

Tudo se faz hoje
E chove ao amanhecer.







Luiz Carlos Freitas
Calufrey
01/07/2009

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