sexta-feira, 8 de outubro de 2010

NOITE SILENCIOSA



Nesta noite silenciosa,
numa eterna vigília
a dor da paixão abraça-me.
A minha alma em transe estremece.

O que sou eu sem seu amor?
Apenas um coração vazio,
numa tristeza infinita,
ao desencanto...
desfaço-me em lagrimas.


Estou perdida na escuridão
no balanço das horas,
entre a dor da solidão e a dança do conflito,
 neste louco amor de tormento.

Faço-me prisioneira em frações de segundos.
Pensando em você vou remexendo as emoções;
torno-me viajante do tempo

Que importa quantas horas tem a noite,
se tudo que eu preciso agora é dormir.
e na loucura deste sono sonhar com você?


Ah! Vontade...
Vontade de sonhar mais um pouquinho...
Abraça-me, despertarei com este amor proibido.
Kátia Pérola

Um comentário:

  1. Amores proibidos... São os mais intensos no ser.. . Parabéns, belo poema. beijo, Ceiça Lima

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