Sobre as calçadas cálidas e trépidas
Meu corpo desliza e foge do tempo.
Na angústia do silêncio de outrora,
Embriago-me.
Envolto de solidão apagada.
Quando os espelhos falam à noite
Não me vejo.
Disfarço.
Embriago.
Escondo-me das paredes.
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belas e tristes as imagens vindo desse poema que quer dizer algo a si mesmo!
ResponderExcluirParabéns Fábio Ferreira
Belíssimo! Parabéns Fábio. Abçs Ceiça Lima
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