quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Acorrentados.

Acorrentados.
Estamos na vida. Na vida que nos foi traçada. Pelos Deuses das convivências morais. E ainda pelos nossos laços eternos. E no correr de nossa existência buscando o aperfeiçoamento. À distância nos fez. Abrir os olhos para a vida. Que se define. Que se entrega. Num desenrolar curioso. E muitas vezes achamos interessantes. A separação, as partidas, os desencontros. Acorrentados permanecemos. Contrariando as leis. As leis do universo. As leis religiosas. E em ultima analise. A vida como ela é: Misteriosa e até traiçoeira. E por demais bela e sutil. Acorrentamos as esperanças. Acorrentamos as necessidades. Acorrentamos as prioridades que criamos. Acorrentados estamos: Na memória de nossas vidas. Acorrentados as musicas que fizeram parte do passado (Soleado, Trem das sete). Acorrentados a nossos corpos que clamam e reclamam à presença. Ainda estamos acorrentados as nossas almas e espíritos se assim queira definir. Há um instante. Há um sabor. Há um amor. Há conexão. Há permanência. Há saudades! E muito mais a união eterna pela vida a dois. Acorrentamos num passado longínquo. E permanecemos. Só se ama quem espera. Quem espera é porque ama. E amamos bastante. Ame-me pouco, pode ser pouco o suficiente para que eu seja muito feliz e te faças feliz. elio386565@hotmail.com oliveira-elio-@hotmail.com elio.oliveira@altnet.com.br

Um comentário:

O PORTAL DO POETA BRASILEIRO AGRADECE SEU COMENTÁRIO!