quinta-feira, 10 de novembro de 2011

BEM VINDOS: José Luiz Pires, Laerço dos Santos, Ignez Freitas e Zany Lopes



José Luiz Pires-* Campinas-SP 1954 José Luiz é contabilista, Administrador de Empresas, Aposentado. Diretor da Casa do Poeta de Campinas, membro do Clube dos 21 Irmãos Amigos, Cepac, Nosso Sarau, Cenarte, Portal do Poeta Brasileiro e Recanto das Letras. Escreve crônicas, contos, poesias, reflexões diárias. Possui vários artigos publicados. Sua primeira participação em eventos culturais deu-se em Outubro de 2009. Participou da Antologia “A Voz da Inspiração IV, V” da Casa do Poeta de Campinas (2009-11). Sua poesia “Manancial” foi menção honrosa non concurso da Academia Campineira de Letras, Ciências e Artes das Forças Armadas (10/2010), ”O Meu Sorriso” destaque literário no XV Concurso Internacional de Poesias, Contos


e Crônicas da Alpas-M21 de Cruz Alta-RS (05/11), Homenageado pelo Centro de Poesia e Arte de Campinas Diploma "Guilherme de Almeida" (07/2011). Participou do lançamento

da Coletânea “Labirintos” no Memorial do Rio Grande do Sul na cidade de Porto Alegre (11.2011).O conto “A Paineira, Uma Sombra de Esperança” recebeu menção honrosa no XVI

Concurso Internacional de Poesias, Contos e Contos e Crônica da Alpas-M21.
 
 
HÁ VAGAS




Em meu corpo,



Há vaga para felicidade.



Em meu coração,



Há vaga para fortes emoções.



Em meu futuro,



Há vaga para realizações.



Em meu subconsciente,



Há vaga para grandes amores.



Em meu sangue,



Há vaga para adrenalina.



Em meus olhos,



Há vaga para belas imagens.



Em meu ser,



Há vaga para Deus.



Em meu cérebro,



Há vaga para devaneios.



Em meu passado,



Há vaga lembrança.



Em meus braços,



Há vaga para você.
 
 
José Luiz Pires
 
 
                              
 
Laerço dos Santos-* Cururipe-AL 1944 Laerço é filho de João Sebastião dos Santos e Maria José dos Santos ambos in memorian.Cabeleireiro, casado, tendo 8 filhos, presbítero da igreja Assembléia de Deus no Poço - Maceió/Al,Compõe poesias de vário temas ( romântica, patriota, família, natalina, ano novo até a condição de miséria que ao ser humano é imposto pelas diversas situações sociais e espirituais) e música.Amante da poesia e de uma boa leitura, observador da condição do ser humano diante a vida e com um olhar poético transforma em versos e prosas.Autor do livro Poesias do Coração.Laerço dos Santos é um poeta da vida.


FORMOSA TERRA -ALAGOAS




Alagoas gloriosa, és grande inspiração

Do nosso criador na mais veraz beleza

Nos outorgando dádiva, o teu bendito chão

Grandes matas, florestas, prendas da natureza.



Bela Terra viçosa, galante alvissareira

És sublime Alagoas, com teus canaviais

Terra alagadiça, robusta, hospitaleira

Que a todos abraças com amor eficaz!



Teu solo é cortado de agreste a sertão

Pelo rio São Francisco, "Velho Chico", querido

Fazendo-te estável por todo esse rincão

Dás alento ao teu povo por ti favorecido.



Formosa terra és da minha esperança

Pasmo ao ver tuas praias belas ao sol raiar



Na orla o coqueiral exuberante encanta

Pelas manhãs na areia o mar ondas quebrar!



E que cenário tens.... rios, canais, lagoas

Nos dando camarão, sururu; bom demais!

Maceió, capital, louvor a ti entoa

Oh formosa Alagoas! Terras dos coqueirais!



Ostentas na cultura teus intelectuais

Escritores, poetas, cientistas e doutores

Berço meu, tens em ti riquezas naturais

O petróleo, o sal gema, o gaz e mais valores.



Berço da minha gente, bravos alagoanos...

Deodoro, Floriano, Hermes e Calabar

Teotônio, Aurélio, Zumbi, Graciliano

Dos fortes caités: "Terra dos Marechais" !



Salve ó Alagoas, pioneira em presidente

Da nação à república, o seu proclamador

Deodoro da Fonseca, heroico combatente

Floriano Peixoto, de firmeza e vigor!



Meu estado acessível, berço muito agradável

Tens passado de glórias, oh terra varonil!

As sangrentas batalhas deixaram-te admirável

Com o sangue de seus filhos defendendo o Brasil!!


Laerço dos Santos


Maria Ignez Freitas Fonseca. (Ignez Freitas) - *                   Ignez escreve poesias desde menina, mas somente aos 60 anos quando conheceu a internet comecou a escrever pra valer e registrar todas suas poesias. Em 2008 publicou seu primeiro livro, (Alma & Poesia),também participou de um concurso de nome: (Falando de amor) com o conto   (Um grande amor).   Tem participação em alguns (livretos de trovas) da associação de escritores da qual faz parte em Bragança Paulista. Desde 2008 tem uma página na internet, onde publico suas poesias que são registradas na Biblioteca Nacional de Direitos Autorais.
 
 
A mulher que sou







Não sou apenas mulher,



Eu sou também poesia.



Sou amor, sou coração,



E também sou fantasia.



Sou a rosa encarnada,



No lindo jardim da vida.



Às vezes sou solidão,



Também choro escondida.



Sou como a ave errante,



Em busca de um novo ninho.



Se amo, sempre me entrego,



Pois não vivo sem carinho.



Sou a letra da canção,



Na voz de um cantador.



O sentimento dos amantes,



Da paixão sou o calor.



Sou um poema escrito,



De um coração a sangrar.



Sou o fogo que aquece,



Sou mulher, vivo a sonhar.

A mulher que sou




Ignez Freitas



Não sou apenas mulher,



Eu sou também poesia.



Sou amor, sou coração,



E também sou fantasia.



Sou a rosa encarnada,



No lindo jardim da vida.



Às vezes sou solidão,



Também choro escondida.



Sou como a ave errante,



Em busca de um novo ninho.



Se amo, sempre me entrego,



Pois não vivo sem carinho.



Sou a letra da canção,



Na voz de um cantador.



O sentimento dos amantes,



Da paixão sou o calor.



Sou um poema escrito,



De um coração a sangrar.



Sou o fogo que aquece,



Sou mulher, vivo a sonhar.



 Ignez Freitas
 
 
 
Rosane Uchoa Carneiro Netto Lopes (Zany  Lopes) - * Recife em 30/08/1956, mas Olindense de coração.  Zany é casada, tem dois filhos e é funcionária pública estadual .Participa dos sites literários: www.planetalieratura.com, www.usinadeletras.com.br, www.recantodasletras.com.br - 04 E-books, 02 antologias. Faz parte dos “Poetas del Mundo”, sob o título de Cônsul de Olinda-PE Sou membro -AVBL, Cadeira nº 646, desde 2007. Participou de vários congressos literários em Bento Gonçalves e Rio de Janeiro.

NUNCA É TARDE




Nunca é tarde para se amar



Nunca é tarde para ser feliz



Ao lado de quem amamos...







Não importa a distância



Não importa a idade



Quando se ama de verdade...







Podem surgir mil e um obstáculos



Pode o mundo todo ser contra



Mas quando se ama, nada disso importa...







No amor, tudo se compartilha



Tudo de amolda



Tudo se resolve...







Pois o amor



Quando realmente é verdadeiro



É um sentimento inatingível.
 
 
Zany Lopes
 
 
 
* SEJAM MUITO BEM VINDOS!!! RECEBAM O CARINHO DE TODOS NÓS  QUE FAZEMOS O PORTAL DO POETA BRASILEIRO!!!
  Aline Romariz

9 comentários:

  1. Sejam todos bem vindos!!!! Poesia que encanta!!!!! Ignes como bom estar aqui!!!!!!! Felicidade a todos!!!! Beijos, Aninha

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  2. É maravilhoso abrir o e-mail e ver que somos mais a cada dia. Sejam muito bem vindos José Luiz, Laerço, Maria Ignez e Rosane.
    Abraço

    Teresa Azevedo

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  3. Bem vindos ao Portal. Será um prazer compartilhá-lo com vocês!

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  4. Saudações de boas vindas aos poetas José Luiz, Laerço, Maria Ignez e Rosane.
    Parabéns pelos belos poemas.
    Abraços carinhosos
    Rosana
    www.rosanacappi24x7.blogspot.com

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  5. Parabéns aos novos integrantes do Portal, nossos companheiros dessa bela jornada.
    Abs.
    Eunice Rodrigues de Pontes

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  6. Aos novos integrantes deste Portal de Poetas Brasileiro:José Luiz Pires, Laerço dos Santos, Ignez Freitas e Zany Lopes, sejam bem vindos, vamos valorizar a poesia, a nossa lingua, vamos dar asas aos sentimentos mais nobres do ser humano; o amor a vida e a suas coisas. Muitas inspirações, saúde e paz.-Conde Evanil Armelin-E-mail:conde1001@hotmail.com.

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  7. O PRIMEIRO CONTATO
    Certa vez, na ânsia de concluir um trabalho escolar, cercado de publicações dos mais variados autores e temas, e sem saber por onde começar despertei-me com um clique da minha esferográfica.
    Eis que, como um “Deja Vu”, deparei-me com um antigo livro de contos em péssimas condições. O papel amarelado pelo tempo, perfurado por traças, empoeirado e suas páginas mal cheirosas.

    A tinta usada em sua impressão ainda mantinha um bom contraste, o que o tornava legível.

    Então, no volver furtivo e detalhado de cada página, eu descobri algo novo: textos envolventes com assuntos, embora de séculos atrás, tão atuais e familiares que passavam não só a mim, mas a quem quer que os lesse (leiam) uma profunda intimidade com o autor.

    Agora eu já podia empunhar aquela, cujo clique não mais soava irritante, mas frugal.

    Tudo era simples, evidente e claro. Eu não precisava mais daquela pilha de publicações, pois tudo estava ali, em cada cor, som, ou lembrança. Daquela ponta esferográfica, as palavras fluíram com naturalidade e deitavam em cada pauta com a suavidade de uma pétala que pousava sobre a relva.

    Eu compunha com mais idéias, indeterminado, mais livre. Não havia motivo para se preocupar com “Lapsus Linguae”... Sim era minha primeira crônica. Agora eu sabia que poderia escrever sobre qualquer coisa.

    *Cassius Barra Mansa é cronista machadense

    Lapus Linguae = erros de linguagem

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